No Inter, Bolatti quer ser mais um ídolo argentino

Apresentado nesta terça-feira como mais novo reforço do Internacional, o volante Mario Bolatti quer seguir o exemplo de outros argentinos do elenco colorado e se tornar ídolo no Beira Rio. O jogador de 25 anos, que defendeu seu país na Copa do Mundo da África do Sul, chega a Porto Alegre depois de rápida passagem pela Fiorentina.

AE, Agência Estado

08 de fevereiro de 2011 | 18h23

"Quero muito jogar a Libertadores e dar alegria à torcida colorada. Meu objetivo é o de me adaptar o mais rápido possível para ser um ídolo como o D''Alessandro e o Guiñazu. Tenho um caminho pela frente", lembrou o volante argentino, que seguiu a cartilha de apresentações e elogiou seu novo clube: "O Inter é uma instituição muito grande, que tem possibilidade de encarar todos os campeonatos para ganhar. Pelo que vi, o Inter não fica em nada atrás dos clubes europeus".

Bolatti é o quarto argentino do elenco colorado. Ele se junta a Guiñazu, D''Alessandro e ao também recém-contratado Fernando Cavenaghi. Ele comemora a chance de voltar a mostrar seu futebol.

"Não estava tendo a oportunidade de jogar na Itália, por isso foi muito importante a chance que o Inter está me dando. Não pensei muito porque é um clube grande da América, além de estar perto da Argentina. Estou muito contente com este novo desafio na carreira", afirmou.

Bolatti começou no Club Atlético Belgrano, na Argentina e ajudou a equipe a subir da segunda para a primeira divisão nacional em 2006-2007. Lá chamou atenção do Porto, onde não foi bem. Voltou à Argentina por empréstimo e mais uma vez se destacou. No Huracán, brilhou no Clausura 2009, levando o time ao vice-campeonato.

A boa atuação no Huracán levou Bolatti à seleção de Maradona. Foi o volante quem marcou o gol contra o Uruguai que carimbou a vaga da Argentina na Copa do Mundo da África do Sul, onde ele foi reserva, mas atuou em dois jogos. A boa fase abriu as portas da Fiorentina para ele. Uma lesão muscular, porém, lhe tirou espaço na equipe italiana, permitindo a negociação com o Inter.

Para quem não conhece seu estilo, ele descreve: "Sou um jogador que fica na frente da defesa e que gosta de distribuir as jogadas. Vou marcar na hora que tiver que marcar e jogar quando tiver a chance. Preciso ganhar ritmo de jogo, pois estava apenas treinando na Itália", explicou o reforço, que deve disputar espaço com o também argentino Guiñazu.

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