No San Lorenzo, Yepes sonha em pegar Real no Mundial de Clubes

Colombiano retorna à América do Sul para defender o atual campeão da Libertadores e almeja decisão com Real Madrid

Estadão Conteúdo

05 de dezembro de 2014 | 17h10

Aos 38 anos, o veterano zagueiro Mario Yepes iniciou recentemente uma nova fase de sua carreira. Após 12 temporadas na Europa, o colombiano voltou à América do Sul para atuar no San Lorenzo. Em meio a outras propostas, o jogador foi atraído pela oportunidade de defender o atual campeão da Libertadores no Mundial de Clubes, que começa na próxima quarta, no Marrocos. E ele já sonha com uma possível decisão diante do Real Madrid.

"É o melhor time que existe hoje no mundo do futebol. Demonstrou isso na Liga dos Campeões e continua fazendo o mesmo. Toda vez que tem a oportunidade, compra os melhores jogadores. Temos que complicar as coisas para eles. Não vai ser fácil, mas em um jogo único pode acontecer de tudo e nós precisamos mostrar força", declarou ao site da Fifa.

Mas Yepes sabe que o San Lorenzo não pode ir para Marrocos já pensando na decisão. Isso porque a equipe estreará na fase semifinal do torneio, na qual terá pela frente Moghreb Tetouan, Auckland City ou Sétif, que, mesmo sendo teoricamente mais fracos, podem complicar. "Primeiro, tem uma semifinal. Não sei se é mais perigosa (que a final), mas é preciso respeitar cada momento. É preciso disputar a semifinal e respeitá-la como tal."

Com mais de 20 anos como profissional, Yepes já atuou por nove clubes. Em seu país natal, passou por Cortuluá e Deportivo Cali, antes de chegar ao River Plate em 2000. Sua ida para a Europa aconteceu em 2002, quando foi para o Nantes, da França. Lá, também atuou no Paris Saint-Germain, e só depois foi para a Itália, onde jogou no Chievo, no Milan e, mais recentemente, na Atalanta.

Em uma nova fase, o zagueiro se diz feliz no San Lorenzo e fez uma análise do que encontrou no clube de Almagro. "É um time aguerrido, apesar de termos sofrido em algumas partidas. Lutamos até o último minuto e isso é uma coisa na qual precisamos nos apoiar no Marrocos", avaliou.

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