Nobre e organizada do Palmeiras travam batalha desde 2013

Presidente rompeu com a Mancha Alviverde após confusão em que o goleiro Fernando Prass foi agredido e relação é cada dia pior

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2014 | 04h56

O protesto feito pela torcida organizada Mancha Alviverde na frente da casa do presidente Paulo Nobre é mais um capítulo da turbulenta relação entre uniformizados e o dirigente do Palmeiras. A situação piorou muito no início de 2013, após confusão no Aeroporto de Buenos Aires, quando o goleiro Fernando Prass acabou sendo agredido com o arremesso de uma xícara, que cortou parte de sua orelha.

Desde então, o dirigente resolveu romper relações com a torcida e tirar alguns dos benefícios que ela tinha direito, como ter a oportunidade de comprar ingressos na quadra da organizada. Em pouco mais de um ano, vários foram os jogos em que os torcedores xingaram e protestaram contra o presidente em jogos e até partiram para a violência em alguns casos.

Em março deste ano, o escritório do Avanti, programa de sócio-torcedor, foi depredado por torcedores, que ficaram irritados pelo fato de não terem a oportunidade de comprar ingresso para o clássico contra o Santos. Na época, Nobre prometeu que iria até o fim para tentar descobrir os culpados, mas até o momento, ninguém foi punido pelo fato.

A Mancha promete um novo protesto contra o dirigente na manhã deste sábado, na frente da Academia de Futebol. Os torcedores querem, dentre outras coisas, que Nobre demita o diretor executivo, José Carlos Brunoro, e o gerente de futebol, Omar Feitosa. 

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