JF Diório/Estadão
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Nobre vai pagar cadeiras quebradas pela torcida do Palmeiras

Presidente do Palmeiras vai arcar com 877 assentos do Itaquerão

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

20 de abril de 2015 | 17h55

O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, confirmou o acordo de cavalheiros que possui com o Corinthians e vai arcar com os custos dos atos de vandalismo de torcedores do Palmeiras durante o clássico de domingo, com o rival do Parque São Jorge, na Arena Corinthians. Os palmeirenses depredaram 877 dos cerca de dois mil assentos do setor visitante.

De acordo com representantes da arena, é o maior número de cadeiras já danificado em um clássico. "O relacionamento entre Corinthians e Palmeiras é excelente. Sempre falei com o Andrés (Andrés Sanchez, superintendente de futebol do Corinthians) que qualquer prejuízo o Palmeiras obviamente se responsabiliza", afirmou o presidente palmeirense.

A afirmação foi feita durante a reunião do conselho arbitral da Federação Paulista de Futebol, nesta segunda-feira, para definição dos horários e locais das finais do Paulistão - os jogos serão realizados no Allianz Parque, domingo, e na Vila Belmiro, no dia 3 de maio.


O presidente do Palmeiras classificou a ação dos vândalos como vergonhosa. "Acho uma vergonha o comportamento de visitantes. Não é da torcida do Palmeiras, é de Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos. Absolutamente todos os visitantes que vão na casa dos adversários se comportam dessa maneira", disse Paulo Nobre. Os custos estimados das cadeiras quebradas no Itaquerão é de R$ 438,5 mil.

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