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Noroeste fecha estádio para reforma

O Esporte Clube Noroeste vai realizar os jogos de seu mando e os treinos nas vizinhas cidades de Piratininga, Macatuba, Lençóis Paulista ou até em Botucatu durante os próximos dois meses. A medida foi adotada pela nova diretoria, que decidiu fechar o estádio para reformas. Além de reparos gerais, será feita a substituição total do gramado, hoje composto por gramas de várias espécieis e recheado de buracos e formigueiros. Também serão reparados os dutos de drenagem para, a partir da reabertura, realizar-se apenas o apronto final e os jogos semanais. O fechamento do gramado acontecerá logo após o jogo de domingo contra o Marilia AC, da Copa Interior, programado para às 11 horas do domingo. A nova direção do clube, presidida pelo advogado Valdomir Mandaliti e integrada pelo veterano dirigente Cláudio Amantini, que preside o conselho, anuncia um grande programa de revitalização. Depois da reforma do gramado, um outro programa de obras deverá reforçar a segurança e fazer modificações no estádio, construído no início dos anos 60. Também está prevista a construção de um centro de treinamento num terreno que o clube já possui na divida de Bauru com Piratininga, junto ao Rio Batalha. Ali deverão ocorrer os treinamentos da equipe principal e dos times de base. Ademir - O programa inclui, além da estrutura do próprio time, o funcionamento da unidade local da Academia Ademir da Guia, que trabalhará com garotos a partir dos 9 anos de idade com o objetivo oferecer novos elementos para os times de base e, a partir de janeiro de 2002, encaminhar os melhores para o time do Roma (Itália). O esquema financeiro para a manutenção do time e da sua estrutura que se pretende montar vem de uma parceria feita pela nova diretoria com a empresa Lewiston Importadora, pertencente ao Grupo Comegnio, também proprietário de restaurantes. Fundado em 1910, por ferroviários da então Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, o clube viveu por muitos anos à sombra da ferrovia que, inclusive, construiu seus estádios - o primeiro, que pegou fogo, e o atual -, e entrou em crise depois que a estrada de ferro parou de subsidiar sua manutenção. Comprou o estádio quando a ferrovia vendeu seu patrimônio não operacional e teve momentos de altos e baixos, mas sempre ficou vulnerável aos resultados de jogos e às injunções dos próprios campeonatos. Agora a proposta dos novos diretores é manter o clube funcionando independentemente dos resultados de seus jogos e atraindo público e associados potenciais para atividades sociais e esportivas paralelas.

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