Nos esportes de força, quilinhos a mais ajudam

O principal exemplo onde ser forte e pesado pode valer muito é no judô

Wilson Baldini Jr., O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2013 | 08h19

SÃO PAULO - O mundo do esporte nem sempre discrimina os gordinhos. Em algumas modalidades em que se exige muita força, o excesso de peso não é visto como um problema. É o caso das lutas. No sumô, quanto mais peso, melhor. Chiyonofuji Mitsugu tem seu nome entre os grandes mestres do esporte mais popular do Japão. No auge, distribuía 126 quilos em 1,83m. E ele era considerado esbelto diante dos gigantescos adversários.

George Foreman ficou dez anos afastado do boxe (de 1977 a 1987) e, quando voltou, apresentou-se com 15 quilos a mais (118). Isso, no entanto, não foi problema para que Big George derrotasse Michael Moore, em 1994, e se torna-se na época o pugilista mais velho a conquistar um cinturão.

No judô, Rafael Silva está satisfeito com seus quase 160 quilos em 2,03m de altura e disputa a partir de amanhã, no Rio, o Mundial como um dos candidatos a ir ao pódio. Ele ganhou medalha de bronze nos Jogos de Londres. No halterofilismo, o russo Vasily Alekseyev, com 160 quilos em 1,83 metro, tornou-se o homem mais forte do mundo. No atletismo, o arremesso de peso e o lançamento do dardo são praticados na maioria das vezes por atletas fortíssimos, que não se preocupam em esconder as suas salientes barrigas.

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