Joe Castro/EFE
Joe Castro/EFE

Nova opção do ataque da seleção, Diego Souza celebra gol relâmpago

Gol aos 10 segundos foi o mais rápido da história da seleção brasileira

Gonçalo Junior, O Estado de S. Paulo

13 de junho de 2017 | 09h38

O meia Diego Souza teve participação importante na vitória da seleção brasileira sobre a Austrália, por 4 a 0, nesta terça-feira, por duas razões distintas: uma histórica e outra tática. O primeiro dos dois gols que marcou no jogo ocorreu aos 10 segundos e se tornou o mais rápido da história da seleção brasileira. Logo após o apito inicial, no primeiro lance do jogo, Giuliano roubou a bola da defesa australiana, investiu pelo meio e acionou Diego Souza, que entrou na área e bateu na saída do goleiro Langerak.

"Fico muito feliz com essa marca. É um trabalho bem feito. Também realizo um sonho de poder estar aqui. Tem 10 dias que estamos aqui, temos filho e esposa, mas temos o prazer de estar aqui com a rapaziada. Eu me sinto bem à vontade. Só tenho a agradecer e me sinto feliz em poder ajudar", afirmou o jogador do Sport, no estádio Melbourne Cricket Ground.

A segunda razão do destaque de Diego Souza foi a boa atuação como centroavante. Além dos dois gols, Diego Souza foi bem na função de principal referência ofensiva, saiu da área para construir jogadas e mostrou bom entrosamento com os meias.

Juntamente com Taison, Diego Souza foi o jogador que mais aproveitou a oportunidade dada pelo técnico Tite, que fez oito mudanças na escalação. Pelo que fez no jogo desta terça e também pelas duas convocações anteriores, o jogador do Sport se consolida como uma opção para o ataque brasileiro, provavelmente como um dos substitutos de Gabriel Jesus.

Questionado sobre a boa atuação como centroavante, Diego elogiou os companheiros. "A seleção tem muita qualidade e isso faz com que a bola chegue com facilidade e podemos concluir bem em gol. Hoje, mais uma vez, os jogadores me procuraram e conseguimos fazer algumas tabelas importantes. Tive a felicidade de fazer dois gols, vamos dar sequência ao trabalho, pois temos muita coisa a fazer", disse o jogador do Sport.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.