Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

Novo titular, Juninho projeta melhora defensiva do Atlético-MG no Brasileirão

Zagueiro deve ganhar chance após venda de Bremer e lesão de Leonardo Silva

Estadão Conteúdo

11 Julho 2018 | 17h30

Emprestado pelo Palmeiras ao Atlético Mineiro, o zagueiro Juninho deve ter uma chance com titular da equipe alvinegra no segundo semestre. Com a venda de Bremer para o Torino, da Itália, e a lesão do veterano Leonardo Silva, a oportunidade para Juninho figurar entre os titulares parece ter chegado.

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Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, na Cidade do Galo, Juninho ressaltou a necessidade de aproveitar a chance que deve ganhar e que não pode deixar escapar. "Todo jogador que chega, chega para poder disputar posição. Não vai ser diferente comigo e nem com os outros. É uma briga sadia, mas a gente sempre quer estar jogando. Essa oportunidade ia chegar. Graças a Deus, chegou. Então, tenho que aproveitar bastante e dar meu máximo dentro de campo", disse o defensor.

O zagueiro, ex-Coritiba, e que não conseguiu se firmar no Palmeiras na última temporada, busca reencontrar seu melhor futebol com a camisa alvinegra. Desde que chegou ao Atlético Mineiro, Juninho foi titular em apenas uma partida, mas não em sua posição de origem. Ele atuou improvisado na lateral esquerda na vitória por 3 a 1 sobre o América-MG, em jogo da 10.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Nos treinos, o técnico Thiago Larghi tem escalado Juninho no lado esquerdo da zaga, aproveitando o fato de ele ser canhoto. Ele citou vantagens de não ser destro, mas garantiu que pode jogar em qualquer lado da retaguarda. "Talvez mude só o lado da perna, tem uma facilidade maior para sair. Uma saída melhor de jogo, porque você vai estar usando a perna certa para o setor. Às vezes, a movimentação também, quando você for girar. Mas acho que, dependendo da mobilidade do zagueiro, não interfere em nada", afirmou.

Juninho tem a difícil tarefa de ajudar a dar mais solidez ao setor que vem sendo um dos pontos fracos do time mineiro no Brasileirão. Com 17 gols sofridos em 12 jogos, a equipe tem a pior defesa entre os 10 primeiros colocados. O desempenho defensivo é oposto ao do ataque, o melhor do torneio, com 24 gols marcados.

"A gente vem sofrendo bastante pressão no sistema defensivo, porque a gente sofreu muitos gols no primeiro semestre de Brasileiro. Acabou pesando um pouquinho mais. Nessa intertemporada, o professor procurou trabalhar bem a defesa para a gente começar a tomar menos gols ou não tomar gol", concluiu.

 

 

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