Amanda Perobelli / Reuters
Amanda Perobelli / Reuters

'O Brasil é vermelho e preto mais uma vez', comemora Gabriel

Diego afirma que, para o Flamengo, é necessário ter drama e angústia; Hugo Souza pede desculpa por falhas nos gols do São Paulo

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de fevereiro de 2021 | 02h03

O atacante Gabigol foi importantíssimo para o bicampeonato do Flamengo. Não marcou no jogo final, no Morumbi, ainda teve de ser substituído, machucado, mas sua série de gols nas reta decisiva do Brasileirão acabou sendo determinante para a taça.

Antes de enfrentar o São Paulo, o Flamengo vinha de seis resultados positivos. Em todos eles, com a chancela de Gabigol. Foram seis gols, além de duas assistências no 4 a 2 para o Grêmio, no Sul. Fechou sua sequência de bolas na rede definindo o triunfo na "decisão" antecipada diante do Inter.

Mas foi naquele confronto da Arena do Grêmio que o Flamengo arrancou para o título. Vinha sob desconfiança e decolou com show do camisa 9 rubro-negro. "O Brasil é vermelho e preto mais uma vez", comemorou um dos heróis do time carioca. "Só temos a agradecer a Deus por mais um título, para o grupo, nossa família e a nação."

Mesmo sem torcida no estádio do Morumbi, Gabigol simulou "agitar" a torcida. Estava radiante. Repetiu o tradicional gesto de mostrar o muque e fez questão de estar no vídeo do companheiro William Arão, ausência na decisão por lesão.

Se não for dramático, com enorme dose de angústia, não é Flamengo. Assim o meia Diego definiu o bicampeonato. O experiente meia ainda consolou o goleiro Hugo, que falhou no jogo e ainda perdeu o pai recentemente. O menino, substituto de Diego Alves, ao invés de festejar, chorava bastante e, com humildade, "pediu desculpas" pelos erros nos gols.

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