O futebol mais pobre do mundo

Ricardo Whitaker Pacheco, técnico da seleção de futebol do Timor durante um ano, não tem nada do treinador típico. Aos 41 anos, formado em Educação Física pela Universidade de São Paulo, com especialização em Fisiologia do Esporte na Escola Paulista de Medicina, não está preocupado apenas em ganhar ou perder um jogo, mas com a alimentação dos timorenses, a formação de um espírito nacional e em estimular a iniciativa individual. Ricardo chegou como voluntário da ONU para trabalhar no esporte, mas depois de um ano, quando o seu contrato não foi renovado, resolveu ficar um pouco mais no Timor, num setor da administração. Por meio do esporte, ele traça, nesta entrevista, um retrato da sociedade timorense, desde as condições de vida dos jogadores ? que são um reflexo da situação geral do país ? até as eternas relações entre esporte e política, das quais nem o Timor escapa.Leia mais no Estadão

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