WERTHER SANTANA/ESTADÃO
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'O Palmeiras não é favorito diante do Boca', diz volante Bruno Henrique

Capitão de Felipão diz que jogo da semifinal será diferente da fase de grupos quando o time paulista venceu por 2 a 0

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

23 Outubro 2018 | 13h57

O volante Bruno Henrique afirma que o Palmeiras não se sente favorito nas semifinais da Libertadores diante do Boca Juniors. O Palmeiras venceu todos os jogos do torneio como visitante, tem a melhor campanha do torneio e, por isso, vai decidir em casa a vaga na final.

"Não dá para falar em favoritismo. É uma competição mata-mata. O Boca é muito grande e a gente sabe que não tem favoritismo. Temos de jogar muito para chegar à final. Não nos sentimos favoritos", afirmou o defensor em entrevista coletiva nesta terça-feira, em Buenos Aires.

Bruno Henrique é um dos destaques da equipe do Palmeiras. Autor dos dois gols na vitória por 2 a 1 sobre o Ceará, domingo, pelo Campeonato Brasileiro, o jogador de 29 anos foi eleito o melhor em campo em quatro dos jogos cinco do time fora de casa na Libertadores. Na temporada, ele já fez 14 gols. Bruno Henrique acredita que o jogo desta quarta-feira não pode ser comparado ao da fase de grupos, quando o time paulista venceu por 2 a 0 no estádio de La Bombonera.

"Era um momento diferente, um Boca diferente. É um momento em que estamos jogando um mata-mata. O jogo não será igual. Temos de entrar muito ligados e com uma marcação forte. Eles são agressivos jogando em casa e possuem jogadores de qualidade no meio e no ataque", afirmou o volante.

O Palmeiras chegou à Argentina no início da madrugada desta terça-feira. Depois de embarcar no aeroporto de Guarulhos com festa da torcida, os atletas chegaram a Buenos Aires também com festa de alguns torcedores. No voo dos palmeirenses, todos os assentos tiveram a mensagem #RumoAoBi no encosto, além de uma palavra de incentivo enviada por torcedores ao perfil do clube em uma rede social. "Foi uma grande festa e queremos retribuir isso aos torcedores com uma grande atuação", afirmou Bruno Henrique.

 

 

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