Ivan Storti/Divulgação
Ivan Storti/Divulgação

Não podemos pagar mais que R$ 200 mil, diz Modesto sobre Robinho

Clube busca parceiros para custear salário do atacante

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

12 de janeiro de 2016 | 16h57

O presidente Modesto Roma afirmou que o Santos precisa de parceiros para contratar Robinho, mas que não vai ultrapassar o teto salarial do clube. “O Robinho e o Santos têm uma sinergia muito grande. O Santos não pode pagar mais do que R$ 200 mil para nenhum atleta seu. Não tem jeito”, afirmou o presidente em entrevista à Rádio Jovem Pan. “Se conseguirmos um parceiro que tenha no Robinho uma vontade de utilizá-lo como garoto propaganda, de vender a imagem e a marca, é interessante”, disse o presidente.

O Santos chegou a acordo pelo retorno do atacante ao clube, mas ainda busca parceiros para conseguir diminuir os custos com o pagamento de salários. Será necessário, portanto, mais um parceiro.

O dirigente também defendeu o atacante das críticas de setores da torcida santista. Por causa das dívidas que o clube acumulou com Robinho entre 2014 e 2015 – os valores pagos somaram mais de R$ 5 milhões, entre direitos de imagem, premiações e obrigações trabalhistas – o atacante queria garantias de que será pago normalmente se retornar ao clube.

“Muita gente diz que Robinho é mercenário. Robinho nunca foi mercenário. O Robinho é um atleta de um caráter, de uma dignidade e de uma seriedade muito grande. Estas histórias que inventam do Robinho é conversinha. Robinho é um cara sério, dedicado, trabalhador. Qualquer profissional deve otimizar ao máximo a sua carreira”, disse Modesto.  

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