Sergio Castro/AE
Sergio Castro/AE

Obras da Arena Palestra e Itaquerão estão 22% concluídas

Palmeiras e Corinthians aceleram obra para que entrega esteja dentro do prazo estabelecido

Daniel Batista e Paulo Galdieri, O Estado de S. Paulo

21 de dezembro de 2011 | 23h21

SÃO PAULO - Se os projetos do Itaquerão e da Arena Palestra não podem ser comparados, pois foram concebidos e estão sendo executados de maneiras bem distintas, uma coisa os une: a pressa em conclui-los. Tanto o estádio do Corinthians como o do Palmeiras já atingiram cerca de 22% da construção total. O Itaquerão já entrou na fase em que visualmente já é possível identificar o esqueleto do que será o estádio da Copa de 2014.

Segundo a empreiteira Odebrecht, cerca de 2.315 estacas já foram cravadas. Até janeiro, a estimativa é que todas as 3.200 já estejam colocadas na estrutura. As vigas jacaré, que sustentarão os assentos da arquibancadas já começaram a ser colocadas. Há 925 funcionários no canteiro de obras corintiano.

No caso da arena palmeirense, o percentual é referente apenas ao estádio, que ainda está em fase de demolição. A obra como um todo, que engloba também a construção de dois prédios na sede social do clube, já atingiu 33,3% do total e a primeira fase, que é a construção dos edifícios, está prestes a ser encerrada.

Em fevereiro, todas as obras dentro da sede social do clube ficarão prontas. O edifício das quadras e o de uso múltiplo, que somam 25 mil metros quadrados de área construída, já estão em fase de acabamento, com a instalação das fachadas e com o início da operação dos elevadores. Depois de entregues ao Palmeiras, caberá ao clube mobiliá-los e designar como serão utilizados. A previsão é que no máximo até abril a diretoria e o presidente já estejam trabalhando no novo prédio administrativo.

A empresa AEG será responsável pela gestão do local, graças a um contrato de 10 anos e renovável por mais 20. Ela vai ficar responsável por organizar e promover eventos na arena.

A Traffic vai negociar os camarotes e espaços comerciais. O Palmeiras fica com 100% da arrecadação da bilheteria.

“Uma das principais diferenças da Arena para o estádio do Corinthians é que tivemos que derrubar tudo e antes, tivemos que ficar dois anos brigando na prefeitura para conseguir liberação para fazer a obra. Não tivemos apoio público em momento algum”, afirma Rogério Dezembro, diretor de novos negócios da WTorre.

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