Operação de guerra para clássico

Autoridades policiais de Roma e Florença armam operação de guerra para a partida que Fiorentina e Roma farão na segunda-feira, no encerramento da 25 rodada do Campeonato Italiano. O clássico inicialmente estava previsto para domingo, mas foi transferido para o dia seguinte para evitar distúrbios entre torcedores. Além disso, houve a intenção de dificultar o acesso dos "romanistas" ao estádio Artemio Franchi. Depois de novo encontro entre representantes dos clubes e da polícia e prefeitura de Florença, ficou decidido que haverá apenas 3 mil ingressos disponíveis para os romanos. Não haverá venda no dia da partida. Para diminuir riscos de brigas e incidentes, foi preparado plano com forte esquema de vigilância na chegada e na saída dos fãs da equipe da capital italiana. Quem não tiver ingresso na mão, não chega nem perto do campo.A tendência para acalmar a torcida da Roma é a de instalar telões no Estádio Olímpico, para permitir que todos os que não foram a Florença possam ver sua equipe em ação. Esse clássico normalmente preocupa autoridades por causa da rivalidade entre seguidores das duas equipes. Desta vez, porém, há motivos adicionais para ter sido acionado o alarme. Será a primeira ocasião em que o argentino Gabriel Batistuta se apresenta, no Estádio Artemio Franchi, como "inimigo", depois de uma década como goleador e ídolo da torcida grená. Sem contar o entusiasmo dos romanos, pois a equipe lidera o torneio, com 58 pontos, nove de vantagem sobre a Juventus, e mais do que nunca é favorita ao título.

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