Eduardo Nicolau/Estadão
Eduardo Nicolau/Estadão

OPINIÃO: Trabalho de Tite terá de passar por correções de rota

Técnico tem de abandonar o que não funcionou, mudar o que tem de ser mudado. Sem apego ou teimosia

O Estado de S.Paulo

17 Agosto 2018 | 05h00

A manutenção de Tite no comando da seleção brasileira é salutar. O velho método de trocar o treinador a cada título não ganho quase sempre não levou a lugar algum. Sequência de trabalho aumenta a chance de sucesso. Desde que venha acompanhada de correções de rota. Abandonar o que não funcionou, mudar o que tem de ser mudado. Sem apego ou teimosia.

A renovação de Tite precisa ir além do elenco. Seria, ou melhor, será, se o treinador, assim como seus pares de comissão técnica, passar a tratar os jogadores com menos “protecionismo”. Claro que deve defendê-los. Mas não cegamente e em toda e qualquer circunstância, como fez durante a Copa.

Também será interessante se buscar alternativas táticas. Acertou, pelo tempo curto, em se fixar a um sistema. Mas agora poderá buscar as variações que tanta falta fizeram na Rússia.

 

 

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