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Oposição do São Paulo se articula para questionar 'caso Iago'

Grupo prepara moção de desconfiança contra presidente do clube

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

28 de setembro de 2015 | 15h59

A oposição do São Paulo se articula para questionar à diretoria detalhes da contratação do zagueiro Iago Maidana. O grupo contrário ao presidente Carlos Miguel Aidar vai apresentar na noite desta segunda-feira na reunião do Conselho Deliberativo uma "moção de desconfiança" para questionar a vinda do reforço e questionar a gestão.

O ato pode ir à votação entre os presentes e foi motivado também por outros episódios políticos no clube, como o pagamento de comissão a um intermediário pelo contrato de fornecimento de material esportivo com a Under Armour. Nos bastidores, porém, a moção de desconfiança é encarada mais como um ato de alerta ao presidente.

O defensor foi contratado pelo São Paulo no começo do mês por R$ 2 milhões. A contratação envolveu também o Criciúma e o Monte Cristo, de Goiás, que teve um vínculo de dois dias com Iago Maidana. A saída do jogador do clube catarinense foi viabilizada por um grupo de investidores chamado Itaquerão Soccer. Toda a operação gerou questionamentos da CBF e da Federação Paulista de Futebol (FPF) por ter uma possível participação de "terceiros", o que é proibido pela Fifa.

No último domingo, antes do clássico com o Palmeiras, Aidar afirmou que estava preparado para apresentar informações do assunto caso seja fosse necessário durante a reunião do Conselho Deliberativo. "O que houve entre esse clube, o Monte Cristo, e o Criciúma, não nos diz respeito. Por isso a nossa posição é muito tranquila", comentou. 

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