Oposição quer acabar com dinastia Teixeira

"Nossa proposta de trabalho é baseada na transparência, credibilidade e confiança nas parcerias. Pretendemos mostrar sempre ao associado a situação real do Santos, sem maquiagem de balanço e sem enganar as pessoas. A situação que a dinastia Teixeira deixou o clube é preocupante porque as dívidas que se escondem hoje logo se tornarão grandes bolas de neve que comprometerão o futuro do clube. Podemos estar próximos da repetição do título de 84, que, mal administrado, provocou uma fila de 17 anos. Essa transparência é importante para que as empresas invistam no Santos, processo completado com uma administração profissional do clube. E veja que o Santos é uma marca histórica, associada ao carisma dos maiores craques brasileiros e ao melhor futebol que se praticou no mundo e isso pode ser facilmente transformado em valor. O Santos tem condições de andar muito melhor com as próprias pernas, com parcerias e projetos de marketing. O que não pode é continuar vivendo na dependência do dinheiro de um dono, que coloca o quanto quer, quando e da maneira que quer, sem consultar ninguém. Hoje ninguém sabe quanto o Santos deve e quanto a família Teixeira colocou no clube.E há também outra coisa obscura: o conselho deliberativo já autorizou que 40% da venda de qualquer jogador serão usados para amortizar essas empréstimos. O Santos tem um passado de glória e pode voltar a a ser o grande nome do futebol mundial. Por isso, é fundamental manter o grupo de atletas e fazer força para reforçá-lo com aqueles que deixaram o clube, como Maurinho e Alberto. Entendemos que não é vendendo jogadores que se paga as dívidas. Isso se faz com uma administração profissional, transparente e competente. Precisamos atrair investidores, coisa que a atual diretoria não tem condições de fazer. Enfim, é preciso trocar a dinastia Teixeira pela democracia da Resgate Santista" (Luís Alvaro Oliveira Ribeiro).

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