Mladen Antonov/AFP
Mladen Antonov/AFP

Organizador da Copa minimiza temor com ataques de gafanhotos aos gramados

Alexey Sorokin ironiza advertência do Ministério da Agricultura do país: 'Temos que ver com humor, nada além disso'

Estadão Conteúdo

01 de fevereiro de 2018 | 16h02

O presidente do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Alexey Sorokin, descartou nesta quinta-feira o risco de que uma praga de gafanhotos possa afetar os campos dos estádios que receberão partidas do torneio na Rússia. Sorokin respondeu, assim, a uma advertência do Ministério da Agricultura do país de que os gafanhotos poderiam atacar os gramados de arenas localizadas no sul da Rússia.

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"Os gafanhotos não representam perigo para os campos de futebol", assegurou Sorokin. "A grama nos campos de futebol é muito baixa e é pulverizada com certas substâncias", acrescentou o dirigente, que usou até da ironia para minimizar essa preocupação. "Nós temos que ver isso com certo humor, não se pode dizer nada além disso. Não é uma ameaça", concluiu.

As pragas de gafanhoto são um problema constante no sul da Rússia, onde muitas vezes devoram campos inteiros de culturas nos meses mais quentes. Às vezes, elas causam tantos danos que alguns chegam a declarar estado de emergência.

Na última quarta-feira, o responsável por supervisionar a proteção das culturas no Ministério da Agricultura havia apontado preocupação com os gramados, especialmente na região de Volgogrado. A cidade será sede de quatro jogos na fase de grupos da Copa do Mundo: Tunísia x Inglaterra, Nigéria x Islândia, Arábia Saudita x Egito e Japão x Polônia. Agora, porém, os organizadores da Copa rejeitaram qualquer temor de que pragas de gafanhotos provoquem qualquer transtornos para a competição.

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