Organizadores culpam sul-africanos por estádios vazios

Os organizadores da Copa do Mundo de 2010 pediram uma melhor resposta do público sul-africano no Mundial do próximo ano, após um dia de abertura da Copa das Confederações com público decepcionante.

MARK GLEESON, REUTERS

15 de junho de 2009 | 11h35

"Você pode levar um cavalo à água, mas você não pode forçá-lo a bebê-la", disse a jornalistas um porta-voz do comitê organizador, Rich Mkhondo, em Johanesburgo, nesta segunda-feira.

"Nós enfatizamos muitas vezes que esta é uma oportunidade única na vida. Nosso trabalho é preparar o evento, mas compete à nação sul-africana assisti-lo."

Nenhum dos dois jogos do dia de abertura da Copa das Confederações, no domingo, tiveram estádios lotados, apesar de o torneio ser o primeiro grande evento de futebol deste tipo no continente africano.

O jogo da África do Sul contra o Iraque reuniu menos de 50 mil pessoas no estádio Ellis Park, em Johanesburgo, com capacidade para 61 mil espectadores.

A presença no estádio Royal Bafokeng, em Rustenburg, para o jogo entre a campeã europeia Espanha e a Nova Zelândia foi de 21.649, a metade da capacidade de 42 mil pessoas.

O ingresso mais barato era de 70 rands (8,69 dólares), mais de três vezes o preço do ingresso para os jogos da Liga Sul-Africana.

Mkhondo disse que diminuir os preços dos ingressos não é uma questão discutida em qualquer reunião atual.

A Fifa disse na semana passada que mais de 70 por cento dos ingressos para a Copa das Confederações foram vendidos.

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