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Oswaldo evita lamentar problemas para estreia do Santos

Equipe terá cinco desfalques para a partida contra o XV de Piracicaba

Sanches Filho, Agência Estado

17 de janeiro de 2014 | 15h25

SANTOS - O Santos estreia no Campeonato Paulista de 2014 neste sábado, contra o XV de Piracicaba, na Vila Belmiro, mas o time que entrará em campo será bem diferente do idealizado pelo técnico Oswaldo de Oliveira. São cinco desfalques para a partida, mas o treinador evitou lamentar. Pelo contrário, celebrou a boa safra de jovens que vieram da categoria de base.

"Não sinto frustração, não. No futebol passamos por isso, contusões eventualmente acontecem, não é a primeira vez que me encontro com essa dificuldade. Realmente a expectativa era outra, de encontrar um elenco mais recheado, com reposições, e isso não está acontecendo. A questão de usar a base, eu gosto. Onde eu passei isso aconteceu. Adoro fazer esse trabalho, mas é um trabalho de transição, que você desenvolve, não pode ser abruptamente", declarou.

Mesmo elogiando os garotos santistas, Oswaldo ainda os vê fora do ideal para assumirem a condição de titular da equipe. "Vi os três últimos jogos do Santos na Copa São Paulo, temos jogadores ótimos, mas que não estão prontos para restabelecer o que precisamos aqui, não acontece da noite para o dia", comentou. No futebol, como em qualquer outro esporte, não existe milagre, existe sequência e uma progressão a ser respeitada."

Para a estreia, o Santos não poderá contar com Edu Dracena, Alan Santos, Alison, Cícero, Leandro Damião e Giva. Entre as possíveis peças de reposição que estão na disputa da Copa São Paulo, alguns em especial têm chamado a atenção do treinador, como lateral Daniel Guedes e o atacante Stefano Yuri.

"Cada dia eu vejo um deles se destacar. O lateral-direito me impressionou pela força, mas tem coisas para serem ajustadas. Ele decide com precipitação, mas com brilhantismo. O Yuri é um jogador de área, com potencial, mas precisa trabalhar, tempo de amadurecimento, que é necessário. Poucos jogadores na história do futebol mundial vimos jogar sem esse tempo: Robinho, Neymar... São poucos, mas vamos trabalhar com calma, senão ao invés de beneficiar vamos acabar prejudicando."

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