Otimista, meia dos EUA fala em encerrar série espanhola

BLOEMFONTEIN - A seleção dos Estados Unidos só se classificou para a semifinal da Copa das Confederações após uma improvável combinação de resultados - venceu o Egito por 3 a 0, e contou com a derrota da Itália para o Brasil pelo mesmo placar. Agora, os norte-americanos sonham mais alto: querem vencer a Espanha na semifinal de quarta-feira, em Bloemfontein.

AE, Agencia Estado

23 de junho de 2009 | 12h27

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"Está na hora de a Espanha perder um jogo. Espero que nós sejamos a equipe que vai encerrar esta sequência", disse nesta terça o meio-campista Sacha Klejstan, que deve voltar ao time após cumprir suspensão contra os egípcios. Ele levou cartão vermelho na derrota para o Brasil, depois de atingir Ramires.

A Espanha já ostenta a maior sequência de vitórias de uma seleção em todos os tempos: são 15 jogos consecutivos sem ao menos empatar. O time está invicto há 35 partidas e, caso não perca na semifinal, quebrará o recorde histórico da seleção brasileira, alcançado entre 1993 e 1996.

Todos esses números merecem respeito, mas para Klejstan, os norte-americanos têm uma chance de vencer o jogo na base da força. "Acho que fisicamente nós podemos competir de igual para igual. Mas o meio-campo deles é provavelmente o melhor do mundo", disse.

Ao contrário da seleção norte-americana, a Espanha não teve dificuldades para conseguir a classificação na Copa das Confederações. A equipe marcou oito gols, não sofreu nenhum e ainda se permitiu poupar jogadores diante de Iraque e África do Sul.

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