Emmanuel Dunand/AFP Photo
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Otimista, Pékerman não pensa em eliminação da Colômbia: 'Viemos fazer mais'

Técnico argentino vê como fracasso eventual queda após avançar às quartas na Copa do Mundo do Brasil

Estadão Conteúdo

27 Junho 2018 | 10h10

O treinador José Pékerman acredita que não há favorito no confronto decisivo entre Colômbia e Senegal, que vão se enfrentar a partir das 11 horas (de Brasília) desta quinta-feira, em Samara. Um Mundial após alcançar as quartas de final, em 2014, no Brasil, o técnico argentino admite que será um fracasso se a seleção comandada por ele não passar de fase, mas crê na conquista da vaga.

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"Viemos para fazer mais, não seria um bom resultado cair agora. Mas não nos passa isso pela cabeça, estamos otimistas", disse Pékerman em coletiva de imprensa concedida nesta quarta-feira, em Samara. "Nosso pensamento é positivo pelo que apresentamos contra a Polônia e porque nosso ânimo está alto", completou o técnico da Colômbia, que vem de triunfo por 3 a 0 sobre a seleção polonesa, no domingo, em Kazan.

O jogo tem caráter quase eliminatório, embora exista uma pequena chance de as duas seleções se classificarem no Grupo H, caso elas empatem e a já eliminada Polônia vença o Japão. "É uma partida decisiva e é uma vitória que assegura nossa classificação. Não há favorito", resumiu o treinador.

Sobre a seleção adversária, o argentino foi só elogios. "Sabíamos antes do Mundial que Senegal era muito forte, tanto o coletivo como o individual. Jogam como europeus. Contra Japão e Polônia, cumpriram muito bem o que planejaram. Precisamos encontrar os pontos fracos deles. Será um duelo de muita intensidade e muito competitivo", afirmou.

 

Para o confronto, a Colômbia terá um desfalque. "Abel (Aguilar) não tem nada grave, mas para essa partida devemos preservá-lo. Já o David (Ospina) está em total condição. Recuperou-se, foi só um choque sofrido na última partida", relatou o treinador argentino, à frente da Colômbia desde 2012.

Volante, Aguilar sofre com um edema no músculo adutor da coxa esquerda, responsável por tirá-lo do jogo contra a Polônia aos 31 minutos do primeiro tempo. O meio-campista foi um reserva não utilizado da Colômbia na derrota por 2 a 1 para o Japão, no dia 19, em Saransk.

 

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