Outros goleiros brasileiros já tiveram seu dia de Rogério Ceni

Doni, com a seleção, e Leão também são lembrados por se adiantarem durante cobrança de pênalti

O Estado de S. Paulo

06 de maio de 2013 | 16h26

SÃO PAULO - A defesa de Rogério Ceni para o pênalti - que acabou sendo anulado - batido por Alexandre Pato, na semifinal do Paulistão entre São Paulo e Corinthians neste domingo, 5, gerou comentários entre os amantes de futebol. Rogerio Ceni, não foi, no entanto, o único defensor a se adiantar durante uma cobrança de penalidades máximas, que ontem valiam vaga na decisão do Estadual.

 

Em 2007, pela final da Copa América, o então goleiro da seleção brasileira, Doni, pegou dois pênaltis contra o Uruguai, cobrados por Forlán e Lugano, e acabou salvando o time nacional, que venceu por 5 a 4, depois de um 2 a 2 no tempo regulamentar.

 

 

 

De acordo com as imagens de televisão da época, o defensor se adiantou mais de um metro antes da cobrança de Lugano. Ceni foi mais longe: 2,51m. 

 

 

O ex-goleiro Emerson Leão também passou por situação parecida. Em partida contra a Portuguesa, na época em que defendia o Palmeiras, precisou voltar três vezes a mesma cobrança por se adiantar. 

 

Neste domingo, com a anulação da cobrança pelo árbitro Antonio Rogerio Batista do Prado, o Corinthians teve mais uma chance de bater e conquistar a vitória por 4 a 3 nos pênaltis e vai disputar a final do Paulistão com o Santos. 

 

 
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