Países pobres não pagariam ao Barcelona, diz presidente

O presidente doBarcelona, Joan Laporta, disse que sua proposta de fazer comque as seleções nacionais paguem aos clubes por usar seusjogadores não se aplicaria a países pobres, como Costa doMarfim e Camarões. "Claro que os países não desenvolvidos não teriam quepagar", disse Laporta à Reuters durante visita ao Senegal parainaugurar o primeiro centro esportivo e educacional doBarcelona para crianças carentes. Laporta afirmou no mês passado que era uma desgraça o nãopagamento de compensação aos clubes pelo uso de seus jogadoresem partidas das seleções nacionais, e que poderia considerarnão liberar os jogadores do Barcelona caso não fosse encontradauma solução. O Barcelona tem vários jogadores de países emdesenvolvimento no seu elenco, como o atacante camaronês SamuelEto'o e o meia marfinense Yaya Toure. Laporta disse que essespaíses seriam exceções no caso dos pagamentos, mas o clube jápediu que os dois jogadores não disputem a Copa Africana deNações, em Gana, no mês de janeiro. "Estou participando de um comitê da Fifa que acabou de sercriado e nós estamos tentando encontrar soluções para aprimoraro calendário de seleções", disse Laporta em entrevista na noitede quinta-feira. "Tenho certeza que vamos encontrar soluções porque agora aFifa tem conhecimento que devemos evitar alguns abusos." (Por Daniel Flynn)

REUTERS

26 de outubro de 2007 | 18h16

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