Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Palmeiras, a pior defesa do Brasileirão, terá seis desfalques na zaga

Time do técnico Dorival Junior tem apenas um jogador da posição, Gabriel Dias, para escalar para quinta-feira, contra a Chapecoense

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

30 Setembro 2014 | 07h00

Além de ser o time com mais derrotas no Brasileirão, 14, e de pior defesa, com 39 gols sofridos, o Palmeiras tem ainda outros motivos para se preocupar para o jogo desta quinta-feira, contra a Chapecoense, no Pacaembu. O setor defensivo da equipe é o mais desfalcado para a partida em que vencer significa sair da zona de rebaixamento.

Das sete opções de zagueiros que o elenco tem, seis delas não devem ter condições de atuar ou são dúvida. Estão lesionados Wellington, Victorino, Lúcio, Tobio e Thiago Martins. Como Nathan, de 19 anos, foi expulso contra o Figueirense e vai cumprir suspensão, o único jogador da posição com a vaga confirmada é Gabriel Dias, de 20 anos.

A solução para o técnico Dorival Junior deve ser escalar o volante Marcelo Oliveira na zaga. O jogador já atuou no setor em várias oportunidades, mas caso seja novamente deslocado, também deixará descoberto o papel de marcação no meio-campo. Outros três volantes do elenco são dúvida para o jogo.

O volante Renato se lesionou contra o Figueirense e não deve ter condições de atuar. Wesley se recuperou de contusão e até já voltou a treinar com bola, mas a comissão técnica preferiu deixá-lo de fora da partida em Florianópolis, no último domingo. O uruguaio Eguren também está no departamento médico e sequer começou a fazer treinos no campo.

Existe ainda a opção de escalar Bruninho, que inclusive já atuou contra o Figueirense. O jogador deve atuar ao lado de Juninho, uma espécie de "faz-tudo" no time. O lateral-esquerdo de origem já jogou como armador e até como volante sob o comando de Dorival.

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