César Greco/AE
César Greco/AE

Palmeiras admite sufoco, mas valoriza a entrega do time

Meia Lincoln comemora o gol no final do jogo que garantiu a classificação do clube alviverde

AE, Agência Estado

22 de abril de 2010 | 00h54

Os palmeirenses foram unânimes na noite desta quarta-feira em reconhecer que o time passou sufoco para conquistar a classificação às quartas de final da Copa do Brasil. Após o empate por 1 a 1 com o Atlético-PR, em Curitiba, com direito a pênalti perdido por Robert, os jogadores do Palmeiras valorizaram a entrega da equipe como forma de compensar as dificuldades encontradas na partida.

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"Sofremos um pouco, mas acho que desde [o primeiro jogo em] São Paulo merecemos a vitória. [O sufoco] já era esperado. O Atlético-PR é uma grande equipe e essa torcida maravilhosa ia ajudar", afirmou em entrevista à ESPN Brasil o meia Lincoln, salvador do time, ao marcar o gol de empate já aos 43 minutos do segundo tempo.

Para Diego Souza, a penalidade desperdiçada ainda aos 15 minutos de jogo acabou por determinar o sufoco no fim. "A gente logo no início teve um pênalti a favor. Se fizéssemos o gol, a pressão se voltaria contra o Atlético. Mas nosso time foi aguerrido", destacou o jogador, que formou o ataque ao lado de Robert.

Já o goleiro Marcos, sempre crítico e sincero, pediu uma melhora do time na sequência da competição. "Jogamos com um mais o tempo todo e foi esse sufoco. Precisamos melhorar", afirmou o ídolo palmeirense, se referindo à expulsão de Bruno Costa, após cometer a penalidade no início do jogo.

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