Palmeiras ainda luta para manter Kléber e Alex Mineiro

Dínamo de Kiev quer US$ 8 milhões para negociar atacante em definitivo; camisa 9 deve renovar por mais um ano

Daniel Akstein Batista, Agencia Estado

16 de dezembro de 2008 | 08h06

O Palmeiras não abre mão de contar em 2009 com a dupla Alex Mineiro e Kléber, artilheiros do time nesta temporada, mas a permanência dos dois continua indefinida. A proposta para segurar Alex Mineiro é de um novo contrato nos moldes do atual (um ano de duração) e a promessa de montar um time forte para 2009. Veja também:  Palmeiras acerta empréstimo de Jorge Preá ao Mogi  Tabela e calendário do Paulistão 2009 Dê seu palpite no Bolão Vip do LimãoNa visão da diretoria, essas condições são suficientes para a permanência do vice-artilheiro do Brasileiro, que tem proposta mais vantajosa financeiramente do exterior, da Turquia. "A negociação vai longe ainda", admite o empresário do atacante, Marcelo Robalinho. "Ele tem outras propostas de fora e estamos analisando." A situação de Kléber é mais complicada porque envolve cifras na ordem de US$ 8 milhões (R$ 19 milhões), quantia exigida pelo Dínamo de Kiev para negociar o atacante em definitivo. Os ucranianos não aceitam mais emprestar o jogador. A situação se arrasta porque o Palmeiras não tem esse dinheiro e procura investidores para ajudar na compra do "Gladiador".Na segunda-feira, o clube encaminhou uma proposta para o empresário do atleta, Giuseppe Dioguardi. O diretor de futebol Genaro Marino admite que a negociação pode se arrastar por mais uma semana. "Mas estamos confiantes. Acredito que esta semana teremos progresso (nas negociações)."Dois clubes europeus estão de olho no futebol do atacante, que também já despertou interesse do Corinthians e do Internacional. Kléber não se cansa de dizer que seu sonho, caso não fique mesmo no Palmeiras, é seguir no futebol brasileiro.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPalmeirasKléberAlex Mineiro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.