Palmeiras aponta armação no vestiário do Engenhão

Clube alviverde classifica como 'ridícula' a acusação de que teria deixado o local em desordem

AE, Agência Estado

27 de setembro de 2010 | 11h05

A polêmica envolvendo Palmeiras, Botafogo e Engenhão está cada vez mais complicada. Na noite deste domingo, a diretoria do clube paulista divulgou um comunicado oficial ironizando a acusação de que teria deixado o vestiário em desordem. Expressões agressivas como "ridículo", "comédia" e "cenas patéticas" são utilizadas na nota.

Veja também:

link'Foi o primeiro grande jogo do Valdívia', diz Felipão

linkKléber pede regularidade em casa

linkLincoln comemora bom retorno ao time

Após a vitória sobre o Flamengo no sábado, o técnico Luiz Felipe Scolari criticou as condições do gramado e reclamou da desordem do vestiário do Engenhão. Indignado, o presidente do Botafogo, Mauricio Assumpção, rebateu. Além de culpar o Palmeiras por deixar o local em estado calamitoso, divulgou fotos onde mostrava, entre outras coisas, restos de frutas e papel higiênico espalhados no chão.

Depois das acusações do dirigente, o Palmeiras respondeu em tom ainda mais agressivo e acusou o Botafogo de armação. "Ridículo. Armação barata. Comédia. Essas expressões resumem o sentimento de toda diretoria e comissão técnica do Palmeiras sobre a acusação de que o clube teria deixado o vestiário do Engenhão sujo após o jogo contra o Flamengo neste sábado. Ri-dí-cu-lo", afirmou a nota oficial.

Em tom irônico, a equipe paulista questionou as fotos do vestiário. "As fotos divulgadas pela imprensa mostram bem a armação: as cascas de bananas estão enfileiradas. Ora, como assim? O ator dessa comédia pastelão não soube sequer armar a cena". Pediu ainda a averiguação dos fatos. "Temos absoluta certeza de que o Botafogo jamais faria isso, mas o Palmeiras exige saber quem foi o autor dessas cenas patéticas".

Gerente administrativo do departamento de futebol do Palmeiras, Sérgio do Prado garantiu que o vestiário estava em ordem quando ele deixou o Engenhão. "Fui o último a deixar o vestiário, pois esperava o Kléber encerrar a entrevista coletiva. Não havia absolutamente nada no chão. As frutas ficaram em cima da mesa sem qualquer tipo de sujeira. Os banheiros estavam limpos. Estamos perplexos", atacou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.