Twitter/Palmeiras
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Palmeiras bate a Chapecoense fora de casa e continua na liderança

Gols de Dudu e Marcos Rocha garantem vitória para os paulistas, que mantêm invencibilidade no Brasileirão

Dani Arruda, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

02 de junho de 2019 | 21h08

Durou pouco tempo a comemoração dos adversários. Santos e Atlético-MG bem que tentaram tomar a ponta, mas quem vai encerrar a sétima rodada na liderança é o Palmeiras. Com gols de Dudu e Marcos Rocha, o time de Luiz Felipe Scolari derrotou a Chapecoense por 2 a 1, neste domingo, na Arena Condá e, mesmo com um jogo a menos (a vitória sobre o Botafogo foi suspensa pelo STJD), lidera com 16 pontos, um à frente do Atlético-MG e dois sobre o Santos.

Everaldo, de pênalti, marcou para o time catarinense. O empate encerrou a invencibilidade da defesa palmeirense, que não sofria gols há seis jogos.

Na oitava rodada, o Palmeiras recebe o Athletico-PR, sábado, às 16h30, no Allianz Parque. Na segunda-feira, às 20h, a Chapecoense vai ao Serra Dourada encarar o Goiás.

O JOGO

Chapecoense e Palmeiras fizeram um primeiro tempo equilibrado e a vantagem parcial do time paulista se deu muito mais pelo talento, habilidade e oportunismo de seus jogadores no momento em que as chances de gols apareceram. O destaque da etapa inicial ficou por conta do árbitro de vídeo. Com duas interferências, o VAR anulou um gol da Chapecoense e anotou um pênalti para o clube catarinense.

Aos 10 minutos, Rildo recebeu dentro da área e completou para as redes, mas estava em posição de impedimento. Um lance difícil para o auxiliar no gramado. O gol anulado despertou o time palmeirense, que apertou a marcação e passou a descer com perigo ao ataque. E, aos 31 minutos, chegou ao gol. Zé Rafael fez boa jogada individual, tabelou com Deyverson e, mesmo caído no gramado, conseguiu tocar para Dudu, livre dentro da área. O atacante teve calma e bateu com o pé esquerdo na saída do goleiro Tiepo.

O Palmeiras não teve muito tempo para comemorar e traçar uma nova estratégia em campo. Quatro minutos depois de ficar em vantagem, numa tentativa de ajudar o setor defensivo, Deyverson saltou dentro da área e a bola tocou no braço do atacante. O time da Chapecoense reclamou, o árbitro Rodolpho Toski, que não havia marcado o toque de mão, foi à lateral do gramado e confirmou o pênalti, após verificar o lance no monitor. No banco de reservas, até o técnico Luiz Felipe Scolari, que já fez duras críticas ao VAR, concordou com a marcação. Na cobrança do pênalti, Everaldo cobrou rasteiro no canto direito, mas Weverton pulou para o outro lado.

E quando o confronto já se caminhava para um empate justo na etapa inicial, um gol de Marcos Rocha colocou o Palmeiras novamente em vantagem. Aos 44 minutos, Dudu cobrou lateral, Felipe Melo desviou de cabeça e o lateral acertou um belo chute no ângulo de Tiepo.

A partida continuou equilibrada no segundo tempo, mas as chances de gols diminuíram. As equipes tiveram espaço e inspiração para criar boas jogadas de ataque. Nos minutos finais, a Chapecoense ainda empurrou o Palmeiras para seu campo de defesa, mas não conseguiu passar pela melhor defesa da competição (dois gols sofridos) e chegar ao empate.

Ficha Técnica

Chapecoense 1 x 2 Palmeiras

Gols: Dudu, aos 31, Everaldo, aos 36 e Marcos Rocha, aos 44 minutos do 1º tempo.

CHAPECOENSE: Tiepo; Bryan (Diego Torres), Gum, Douglas e Bruno Pacheco; Elicarlos, Márcio Araújo e Gustavo Campanharo (Camilo); Arthur Gomes (Renato Kayzer), Everaldo e Rildo. Técnico: Ney Franco.

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique, Lucas Lima (Moisés) e Zé Rafael (Hyoran); Dudu (Gustavo Scarpa) e Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Juiz: Rodolpho Toski Marques (PR).

Cartões amarelos: Antônio Carlos, Felipe Melo, Douglas, Deyverson, Zé Rafael, Elicarlos, Gustavo Gómez.

Renda: R$ 453.315,00.

Público: 10.615 pagantes.

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC).

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