Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Palmeiras busca nove pontos nos próximos três jogos

Rival deste domingo é a Chapecoense e, em seguida, Ponte e Avaí

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

04 de outubro de 2015 | 07h00

O Palmeiras enfrenta a Chapecoense hoje, fora de casa, como a primeira parte de uma trilogia contra equipes que já foram superadas no primeiro turno. Os outros dois são Ponte Preta e Avaí. Nessa sequência, o time planeja conseguir os mesmos nove pontos que fez no turno. A ideia é retomar a posição no G-4, que no momento é do São Paulo, que bateu ontem o Atlético-PR no Morumbi.

No início do mês de julho o Palmeiras venceu a Chapecoense e Ponte Preta por 2 a 0 e fez 3 a 0 no Avaí. O momento dos rivais, no entanto, é diferente. A Ponte, por exemplo, soma quatro vitórias seguidas e está em ascensão. Além disso, serão dois jogos fora de casa contra os catarinenses. “A Chapecoense já demonstrou muita força em casa. Já disputei o Catarinense e sei bem como é jogar lá dentro”, disse Andrei Girotto. 

Para dar uma ideia da importância da sequência, o técnico Marcelo Oliveira faz comparação com o bicampeonato que conquistou com o Cruzeiro. “Quando me perguntaram sobre as duas conquistas do Cruzeiro, eu dizia que era muito importante um aproveitamento alto em casa e ter acima de 50% fora”, explica o treinador. “Era importante ganhar dos concorrentes que não brigariam pelo título porque teríamos dificuldades em jogos mais pesados”, disse. 

Ele tem duas dúvidas para definir o time: Robinho e Zé Roberto. O primeiro foi substituído na etapa inicial do jogo de quarta-feira contra o Inter por causa de dores musculares e treinou apenas na academia; o segundo saiu muito desgastado da partida. Thiago Santos está suspenso. O treinador já definiu eventuais substitutos de Robinho e Zé Roberto. 

“Ainda não temos a definição sobre Robinho e Zé Roberto. Se não for o Zé Roberto, vamos colocar o Egídio, que foi muito bem no penúltimo jogo. O Rafael Marques ocupará a vaga do Robinho caso ele não possa jogar.” 

Depois de uma longa instabilidade, a defesa do Palmeiras melhorou, na avaliação do treinador. Jackson e Vitor Hugo foram bem no clássico contra o São Paulo e no jogo contra o Inter no Beira-Rio. Apesar dos problemas na vitória sobre o time gaúcho no Allianz Parque, quando chegou a ceder o empate depois de fazer 2 a 0, o treinador está satisfeito. “Diminuiu bastante o erro na defesa. O Vitor Hugo está muito firme e colaborando até no setor ofensivo. O Jackson deu uma afirmada. A ação do time e dos volantes tem ajudado.” 

Tudo o que sabemos sobre:
FutebolBrasileirãoPalmeiras

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.