Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Palmeiras completa nesta quarta-feira um ano sem patrocínio master

Clube não tem uma marca fixa na camisa desde a eliminação na Libertadores de 2013

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

14 de maio de 2014 | 07h53

SÃO PAULO - - O Palmeiras completa nesta quarta-feira uma data para não ser comemorada pelos torcedores. Há exato um ano, o clube alviverde tinha pela última vez um patrocínio master fixo em sua camisa. Com a Kia exibida no peito da camisa, o time foi eliminado pelo Tijuana da Libertadores e junto com a esperança do bicampeonato da competição continental, foram também os milhões de patrocínio de camisa.

De lá para cá, a diretoria ouviu e falou com dezenas de empresas, mas o máximo que conseguiu foram alguns patrocínios pontuais. Nesta quarta-feira, por exemplo, a Fini, empresa especializada em doces e balas será a responsável por exibir a marca na camisa, espaço que nos últimos jogos tem sido usado pelo Avanti, programa de sócio-torcedor do clube, e anteriormente teve a marca da TV Palmeiras, canal do Youtube oficial do clube.

Nas reuniões com diversas empresas, o Palmeiras ouviu as mais variadas respostas. A maioria, que não existia o interesse em investimento pela recessão do mercado e pelo fato dos investimentos estarem todos voltados para a Copa. Além disso, o clube tem valorizado a marca da instituição e não aceita fechar por valores muito menores do que o presidente Paulo Nobre e seu departamento de marketing imagina ser o ideal.

A negociação mais recente se deu com a HP, empresa de eletrônicos. A ideia é fechar o acordo por R$ 25 milhões e tudo parecia bem encaminhado há cerca de duas semanas, mas o assunto deu uma esfriada. A ideia era receber R$ 30 milhões, mas o clube teve que diminuir a pedida. A expectativa é que em breve o clube consiga acertar um acordo com alguma empresa.

A conversa com a Caixa Econômica Federal também estava bem encaminhada, mas para o acerto ser concretizado, era necessário o clube ter a Certidão Negativa de Débitos (comprovação de quitação do pagamento de impostos). Além do clube não conseguir ter o documento, ainda a instituição comunicou que não tinha mais interesse no acordo.

Enquanto isso, o Palmeiras sofre com a dificuldade financeira para contratar reforços e um treinador, já que o salário será um ponto fundamental para a diretoria definir quem será o substituto de Gilson Kleina.

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