Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

Palmeiras confiava em proposta maior para vencer São Paulo e trazer Pato

Clube alviverde tinha otimismo pelo desfecho positivo com o atacante

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

27 de março de 2019 | 15h16

O Palmeiras estava otimista na briga para vencer a concorrência do São Paulo e trazer o atacante Alexandre Pato. A diretoria alviverde confiava na proposta financeira superior e em atrativos como a disputa da Copa Libertadores para conseguir fechar com o reforço. O jogador recebeu as duas propostas oficiais e recebeu com surpresa a informação de que perdeu a disputa.

Apesar de ter conversado por telefone com o novo técnico do São Paulo, Cuca, o Palmeiras se considerava como favorito para fechar com o atacante. Os dois clubes propuseram contratos de formato parecido, com vínculo até dezembro de 2019, porém com um gatilho de renovação automática em caso de atingir bônus e metas pré-estabelecidos.

A proposta vinda do Palmeiras apresenta condições financeiras superiores, não só na parte salarial, como nas luvas. Como Pato bancou do próprio bolso a rescisão com Tianjin Tianhai, da China, pretende conseguir com o novo clube o ressarcimento. O valor é de aproximadamente R$ 11 milhões. O salário também pesava a favor do time alviverde, que tem mais condições do que o rival.

Tanto o técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, como o diretor de futebol do clube, Alexandre Mattos, desconversaram nesta terça-feira ao serem questionados sobre Pato. 

O São Paulo apostou na ligação com Pato para conseguir levar a melhor. O jogador teve passagem pelo clube entre 2014 e 2015, quando construiu uma identificação com a torcida. Mesmo com poderio financeiro inferior ao do Palmeiras, a equipe conseguiu convencê-lo a topar o desafio de se integrar ao trabalho de reconstrução do time, que terá a vinda de um novo treinador.

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