Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Palmeiras e Crefisa renovam patrocínio e falam em sonho de ganhar o Mundial

Dona da Crefisa, Leila revela que meta não é conquistar apenas a Libertadores

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

08 Fevereiro 2017 | 13h22

O Palmeiras e a Crefisa selaram nesta quarta-feira a renovação de contrato de patrocínio por mais dois anos. A empresa vai estampar a marca na camisa do clube com um investimento de R$ 72 milhões em 2017 e mais R$ 78 milhões no ano que vem, com o bônus por premiações em caso de conquistas de títulos. A dona da anunciante, Leila Pereira, explicou que investe no clube por sonhar com o título do Mundial de Clubes.

"O investimento não é só para a conquistar a Libertadores, mas também o Mundial. Visa sempre conquistar mais vitórias, campeonatos, para proporcionar felicidade para os milhares de torcedores e exposição cada vez maior da marca", disse Leila em entrevista coletiva na Academia de Futebol. A proprietária da Crefisa é dona também da Faculdade das Américas (FAM), marca que também será estampada na camisa.

Leila concedeu entrevista ao lado do presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, com quem selou nos últimos dias um acordo superior à verba anual de R$ 66 milhões repassada em 2015 e 2016, os dos primeiros anos do contrato. "Seguramente o patrocínio do Palmeiras é o maior não só do Brasil, como também da América do Sul", explicou. Segundo a empresária, o valor aplicado no clube tem gerado visibilidade às empresas, como o aumento na matrícula de alunos na faculdade.

Fora o patrocínio master, a patrocinadora também repassou R$ 31 milhões à diretoria para ajudar na contratação de seis jogadores do elenco atual. As contratações foram de Dudu, Barrios, Fabiano, Vitor Hugo, Thiago Santos e, por fim, Guerra, reforço trazido do Atlético Nacional, da Colômbia, pelo valor de R$ 11 milhões.

Leila descartou ter ingerência na escolha de jogadores que virão ao clube. "Quando colaboramos, sempre adquirimos propriedade de marketing do Palmeiras. O que é feito com esse valor é decidido pelo presidente. Não temos ingerência nenhuma em escolha, contratação, relacionada a jogador ou parte administrativa", explicou a empresária.

Junto com o marido, José Roberto Lamacchia, a dona da Crefisa é candidata no sábado à eleição no Conselho Deliberativo do clube. Leila afirmou nesta quarta que, apesar do objetivo político no Palmeiras, não pretende ser presidente da equipe no futuro por não ter tempo para se dedicar a outras funções fora do comando das empresas.

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