Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Palmeiras e Crefisa vão anunciar renovação de contrato nesta quarta

Novo patrocínio vai injetar R$ 81 milhões por ano pelas próximas três temproadas

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

22 de janeiro de 2019 | 13h13

O Palmeiras e a Crefisa vão anunciar nesta quarta-feira a renovação do contrato de patrocínio por mais três temporadas. Para exibir a marca no uniforme, a empresa pagará R$ 81 milhões por ano. O valor terá como acréscimos luvas pela assinatura do acordo, bônus de premiação por títulos e mais ajuda no pagamento dos salários do atacante Borja e do meia Lucas Lima.

O teto do contrato pelos próximos três anos é de R$ 400 milhões. Para esse valor ser atingido, o clube precisará ganhar todos os títulos possíveis e receber a premiação máxima prevista no acordo. O Palmeiras e a Crefisa fecharam os últimos detalhes na segunda-feira e marcaram para quarta-feira o anúncio oficial da parceria, na Academia de Futebol.

A Crefisa investe no Palmeiras desde 2015. No contrato anterior de patrocínio, fechado em fevereiro de 2017 e válido até dezembro de 2018, a empresa injetou R$ 72 milhões no primeiro ano e R$ 78 milhões na segunda temporada. O novo acordo estava encaminhado desde novembro e não foi finalizado antes pois a diretoria ouviu a proposta de uma empresa interessada em ser patrocinadora, a Blackstar.

Como as conversas não evoluíram, Palmeiras e Crefisa retomaram as negociações em janeiro. Nos últimos dias os dois departamentos jurídicos avaliaram o conteúdo do acordo e firmaram a renovação. Para oficializar a parceria, o presidente do clube, Mauricio Galiotte, e a dona da Crefisa, Leila Pereira, vão conceder entrevista coletiva na Academia de Futebol.

No mesmo dia o clube jogará pelo Botafogo, no Allianz Parque, pelo Campeonato Paulista. No intervalo da partida, o atacante Ricardo Goulart será apresentado à torcida no estádio. Emprestado pelo Guangzhou Evergrande, da China, ele se recupera de lesão e poderá atuar somente no fim de fevereiro.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.