Palmeiras espera que o STJD julgue agressão de Gavilán

Gerente diz aguardar a entidade, senão o time pedirá a análise das imagens e o julgamento do paraguaio

08 de outubro de 2007 | 13h14

O gerente de Futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, está esperando a palavra do Superior Tribunal de Justiça (STJD), através do procurador-geral Paulo Schimitt, sobre o soco nas costas do zagueiro paraguaio Gavilán, do Grêmio, no meio-campista chileno Valdívia, durante o jogo do último sábado (vitória do time alviverde por 2 a 0). Ele espera que o gremista seja indiciado e julgado pelo lance."Nessa reta final não vamos deixar passar nada. Vamos aguardar. A imagem é muito contundente e foi fora do raio de visão do árbitro. Mas se ele [Heber Roberto Lopes, árbitro do jogo] não tomar nenhuma providência [citar na súmula], nos vamos intervir e providenciar para que a imagem seja analisada. O Gavilán agrediu o Valdívia, que não ofende nem agride ninguém", reclama o dirigente alviverde. A agressão aconteceu aos 21 minutos do segundo tempo. Antes da cobrança do escanteio, Gavilán e Valdívia se estranhavam no momento de se posicionar e, após o chileno falar algo, Gavilán deu um soco nas costas do palmeirense. "Sou da seguinte opinião: a gente trabalha quieto e duro pelo Palmeiras. Se for provocado, não dá passo atrás. O Grêmio provocou, fez pressão no árbitro. Quieto não ficaremos, o Grêmio iniciou isso e não vamos abrir mão de nada, vamos cuidar da segurança dos nossos atletas", reforça Cecílio, em entrevista à rádio Jovem Pan.O problema, ele espera, que não se repita no clássico de sábado, contra o Santos, no Estádio da Vila Belmiro. O único porém é quanto ao árbitro, que ele pede que não seja o pernambucano Wilson Souza de Mendonça (que é do quadro da Fifa). "Não faço pré-julgamento. Não sendo Wilson Mendonça, está bom. Continuo sempre confiando na arbitragem. O Sérgio Correa vai escalar quem for melhor para isso."

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