Palmeiras esquece pressão e confia em vaga no Uruguai

A necessidade de buscar o resultado contra o Nacional não assusta o Palmeiras. Nesta quarta-feira, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo enfrentará o rival pelas quartas de final da Copa Libertadores no estádio Centenário, em Montevidéu. A equipe precisa fazer gols para conseguir a vaga na próxima fase. Pelo jogo de ida, no Palestra Itália, empatou por 1 a 1. Mas nem a obrigação de marcar tira a confiança dos palmeirenses.

JULIANO COSTA, Agencia Estado

16 de junho de 2009 | 19h04

Nesta terça-feira, após o treino de reconhecimento do Palmeiras no Centenário, Cleiton Xavier destacou que o time tem que ter paciência. "Temos de jogar com inteligência", afirmou. Ele mesmo sabe bem disso. Em situação parecida, contra o Colo Colo, no Chile, o meia marcou um gol já nos minutos finais, que acabou valendo a classificação à fase mata-mata. "Já passamos por essa experiência de pressão. O negócio é jogar o nosso jogo e esquecer o resto."

Outro que demonstra não se importar com a pressão é o atacante Keirrison. Questionado por não marcar gols em jogos decisivos, ao menos o jogador está mais tranquilo após fazer dois no último domingo, na vitória sobre o Cruzeiro, pelo Brasileirão. Na partida diante do Nacional, o artilheiro da equipe cobra atenção para o estilo fechado do clube uruguaio. "É um time que marca muito forte e prefere sair somente nos contra-ataques", disse Keirrison.

Na véspera do confronto em Montevidéu, até Luxemburgo admitiu que o Palmeiras está surpreendendo no ano. Confiante, ele desistiu da ideia de que o time só daria frutos no Brasileirão. "Fomos queimando etapas e podemos obter um título que seria histórico para todos nós", comentou o treinador, que ainda provocou a imprensa. "Mais uma vez colocam o Palmeiras como um time já eliminado da Libertadores. Vamos ver o que vai acontecer no campo."

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.