Palmeiras fará protesto formal contra arbitragem

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, prometeu nesta quinta-feira entrar com um protesto formal contra a arbitragem do equatoriano Carlos Vera na Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

AE, Agencia Estado

18 de junho de 2009 | 20h57

O dirigente mostrou indignação com a atuação de Vera e apontou dois pênaltis não marcados, favoráveis ao Palmeiras, no jogo contra o Nacional, na noite de quarta-feira, em Montevidéu, pelas quartas de final da Copa Libertadores. O empate sem gols eliminou o time paulista da competição.

"O Palmeiras vai fazer um protesto formal contra a arbitragem do Carlos Vera. Não podemos aceitar o que aconteceu, ainda mais em se tratando de uma partida que valia classificação para uma fase importante de Copa Libertadores. Fomos superiores, mas prejudicados diretamente na bola", afirmou Belluzzo.

O goleiro Marcos reclamou da falta de experiência do árbitro equatoriano. "Não é desculpa, mas foram dois pênaltis que poderia ter mudado o resultado do jogo e a classificação. De repente, um árbitro com mais bagagem marcaria em um dos lances. É triste o que aconteceu, mas agora é esquecer", reforçou.

Protagonista de um dos lances polêmicos, o atacante Obina disse que o árbitro estava próximo da jogada. "Eu estava virando o corpo quando ele [jogador adversário] puxou a minha camisa. Me desequilibrou e o chute foi para fora. Vi que o árbitro estava próximo ao lance, ele poderia ter assinalado", lamentou.

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