Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Palmeiras luta para evitar que Valdivia atrapalhe o grupo

Objetivo dos dirigentes é manter o ambiente bom entre os atletas

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

20 Março 2015 | 07h02

Mais do que vencer clássicos e ver o time entrosado e jogando bem, a grande missão do técnico Oswaldo de Oliveira e da diretoria do Palmeiras é evitar que a renovação do meia Valdivia atrapalhe o bom ambiente entre os jogadores até aqui nesta temporada. Oswaldo já disse publicamente que gostaria de contar com o jogador, mas não vai se envolver nas negociações sobre sua renovação contratual.

O curioso é que os jogadores sempre que questionados sobre o chileno, rasgam elogios ao seu futebol. O volante Gabriel, por exemplo, chegou a dizer que Valdivia é mágico e que faz o Palmeiras ter mais respeito dos adversários. Os jogadores torcem, em sua maioria, para o meia permanecer no elenco, pois entendem que, mesmo não sendo presença constante em campo, ele tem técnica diferenciada.

Oswaldo pensa algo parecido e acredita que o chileno pode ser o diferencial do meio de campo que tem evoluído, mas que ainda precisa de alguns ajustes.De modo geral, o time não precisa tanto de Valdivia no Paulistão nem na fase inicial da Copa do Brasil.

A diretoria do Palmeiras espera o retorno do meia da seleção chilena para marcar uma reunião com seu pai, Luis Valdivia, que cuida dos negócios da família, para formalizar proposta de contrato de produtividade. A ideia do clube é pagar salário relativamente baixo aos padrões do futebol e oferecer bônus por cada partida que ele atuar.

Valdivia participou de treinamento coletivo nesta quinta-feira e deve atuar também na sexta. Entretanto, a tendência é que ele não seja relacionado para o jogo com o São Bernardo, domingo, no ABC. Ele só deve estrear pelo Palmeiras no dia 5 de abril, contra o Mogi Mirim, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista.

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