Cesar Greco/Ag. Palmeiras
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Palmeiras não passa dezembro sem contratar desde 2010

Clube tem postura discreta na janela de transferência e ainda não anunciou a contratação de nenhum jogador

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2019 | 04h34

O torcedor do Palmeiras vive um final de ano diferente do habitual. O clube se acostumou a anunciar reforços logo depois do término da temporada, mas não é o que acontece neste ano. O clube alviverde ainda não acertou a chegada de nenhum jogador. A última vez que isso aconteceu foi em 2010. O presidente Maurício Galiotte espera por novidades nos próximos dias.

Em 2011, o lateral-esquerdo Juninho foi contratado. Em 2012, o lateral-direito Ayrton foi anunciado. Em 2013 foi a vez do atacante Rodolfo. E no ano seguinte, o volante Amaral. 

Já em 2015, o goleiro Vagner foi o primeiro reforço anunciado. Em 2016, quem chegou foi o meia Raphael Veiga e no ano seguinte o lateral-esquerdo Diogo Barbosa, o zagueiro Emerson Santos e o meia Lucas Lima foram as primeiras novidades para a temporada seguinte. E no ano passado, Zé Rafael, do Bahia, foi o primeiro reforço confirmado. 

Por enquanto, a única cara nova no Palmeiras é o técnico Vanderlei Luxemburgo. De acordo com a diretoria palmeirense, isso não é sinal de que estão de braços cruzados, mas sim, que mudaram a forma de contratar. 

O clube passa por uma transformação no comando do futebol. Alexandre Mattos foi demitido e em seu lugar chegou Anderson Barros, que estava no Botafogo. Ele, ao lado do presidente do clube Mauricio Galiotte, e de um comitê estatutário criado nas últimas semanas, serão os responsáveis por montar o elenco. 

A ordem é contratar menos, pois o clube errou muito nas contratações nas últimas janelas. Um reflexo disso é o déficit do clube, que passa dos R$ 40 milhões. Em razão da situação financeira, o momento tem sido mais de saídas do que chegada. 

Fernando Prass, Edu Dracena, Henrique Dourado e Thiago Santos deixaram o clube. Borja também está próximo de sair, assim como Artur, que deve ser vendido para o Bragantino por volta de R$ 27 milhões. 

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