Cesar Greco/Ag. Palmeiras
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Palmeiras precisa vender Borja ou terá de pagar mais de R$ 10 milhões

Atacante tem uma cláusula no contrato que obriga o clube a negociá-lo até o dia 17 de agosto ou comprar mais uma parte dos seus direitos federativos

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 20h55

O Palmeiras vive uma situação curiosa com o atacante Miguel Borja. O clube precisa vendê-lo nesta janela de transferência ou precisará pagar mais de R$ 10 milhões ao Atlético Nacional, clube onde o jogador atuava anteriormente. O colombiano não tem sido aproveitado por Felipão e na partida contra o Inter, nesta quarta-feira, não fica nem no banco de reservas.

Uma cláusula no contrato do atacante determina que o Palmeiras tenha que vendê-lo até o dia 17 de agosto. Caso contrário, terá de pagar ao Atlético Nacional US$ 3 milhões (R$11,2 milhões). A informação foi divulgada pela rádio Caracol, da Colômbia, e confirmada pelo Estado com pessoas ligadas ao clube. Se o Palmeiras vender o colombiano nos próximos dias, 30% do valor será destinado para o Atlético Nacional.

O Palmeiras contratou Borja em fevereiro de 2017 por US$ 10,5 milhões (R$ 34 milhões na época) e o jogador se tornou o atleta mais caro na história do clube. A Crefisa, patrocinadora do clube, foi a responsável pelo pagamento, mas os dirigentes palmeirenses precisam devolver o valor para a empresa. 

O jogador recebeu algumas sondagens do exterior recentemente e avalia se vale a pena permanecer para tentar reconquistar seu espaço ou sair para jogar e voltar a aparecer bem, como acontecia quando ele estava no Atlético Nacional. Além de Borja, Felipão conta com Deyverson e Arthur Cabral como centroavantes. 

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