Palmeiras promete ter paciência no duelo com Nacional

Paciência é a palavra mais usada pelo técnico e pelos jogadores do Palmeiras para o jogo desta quarta-feira contra o Nacional, a partir das 19h20 (de Brasília), em Montevidéu, pelas quartas de final da Libertadores. Vanderlei Luxemburgo e seus comandados se espelham no jogo decisivo da primeira fase da competição contra o Colo Colo, em Santiago, para explicar o comportamento que a equipe palmeirense deve ter no lendário estádio Centenário.

JULIANO COSTA, Agencia Estado

17 de junho de 2009 | 08h10

A ideia do Palmeiras é segurar a empolgação inicial do time uruguaio no Centenário e esperar o momento certo para dar o bote. "Temos de jogar com inteligência", explicou o meia Cleiton Xavier, herói da classificação palmeirense em Santiago, quando marcou o gol da vitória sobre o Colo Colo aos 42 minutos do segundo tempo.

Nesta quarta, a situação palmeirense é bem parecida com aquela vivida no Chile. Como empatou por 1 a 1 em casa, o Palmeiras precisa vencer para avançar às semifinais. Um empate por dois ou mais gols de diferença também serve, mas os jogadores acreditam que isso dificilmente virá a ocorrer, porque o Nacional, como aconteceu no jogo do Palestra Itália, não deve se expor muito - um 0 a 0 classifica os uruguaios.

Luxemburgo não quis confirmar a escalação, mas deu a entender que usará a formação com três zagueiros. A dúvida é se ele vai mandar a campo um time com dois meias ofensivos (Cleiton Xavier e Diego Souza) e mais dois atacantes (Keirrison e Willians). Afinal, pode optar por poupar Willians para o segundo tempo, escalando mais um volante (Souza ou Mozart) para atuar ao lado de Pierre na marcação do meio-de-campo, o que liberaria mais Diego Souza para o ataque.

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