Palmeiras quer abafar caso de agressão, diz João Vítor

Dois dias após se envolver em confusão com torcedores, o volante João Vítor veio a público nesta quinta-feira para dar sua versão do episódio de violência. O jogador negou que tenha iniciado o confronto e reclamou da falta de apoio da diretoria do Palmeiras. Para o atleta, o clube está tentando abafar o caso.

AE, Agência Estado

13 de outubro de 2011 | 19h46

"A diretoria está tentando abafar o caso. Já aconteceu com o Vagner Love, com o [Vanderlei] Luxemburgo e, se ninguém fizer nada, vai acontecer de novo", criticou o volante, que contratou um segurança depois do choque com a torcida, em frente à loja do Palmeiras, na terça.

João Vítor explicou que foi provocado por torcedores quando estava saindo da loja, mas tentou evitar o confronto. "Eu estava com meu cunhado e um amigo. Falei que não queríamos confusão. Ele continuou chutando o carro e meus amigos saíram porque viram o que estava acontecendo. Ele tomou a atitude e veio para cima da gente", disse o atleta, em entrevista à TV Globo.

O jogador se mostrou indignado com a atitude de diretores e do técnico Luiz Felipe Scolari, que evitaram defender o atleta nas entrevistas concedidas nos últimos dias. "Falaram que eu não era anjo. Não sou nenhum anjinho, mas também não sou maluco de enfrentar 20 caras perto da sede da torcida. Fiquei surpreso de saber o que ele disse. Não fui eu quem começou a briga", reclamou.

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