Palmeiras tenta abrir vantagem no duelo contra Nacional

O Palmeiras recebe o Nacional nesta quinta-feira, a partir das 22 horas, na abertura do confronto válido pelas quartas de final da Libertadores, com o retrospecto de nunca ter sido derrotado por um time uruguaio no Palestra Itália. Em dez jogos, foram seis vitórias e quatro empates, um retrospecto que anima a torcida palmeirense, ciente da necessidade de um bom resultado para poder decidir a vaga no próximo dia 17, em Montevidéu, no Uruguai.

JULIANO COSTA, Agencia Estado

28 de maio de 2009 | 08h35

"Nós sabemos que se não vencermos este jogo, vai ser difícil conseguir a classificação lá no Uruguai", reconheceu o meia Diego Souza, um dos principais jogadores do Palmeiras. "É por isso que jogamos todas as fichas nesta partida. Tem de vencer e não levar gol", completou o jogador, lembrando que o regulamento da Libertadores dá vantagem a quem marca na casa do adversário.

Entre os jogadores, alguns apontam a famosa catimba uruguaia como o maior fator de preocupação. "Passamos por isso no primeiro jogo contra o Colo Colo (do Chile). Fizemos coisas que não deveríamos, caímos na onda deles e acabamos perdendo o jogo. O segredo agora é ter calma para saber a hora de atacar", disse Diego Souza.

Desde 1989, última vez em que conquistou a Libertadores, o Nacional não chega às semifinais do torneio. O time uruguaio já bateu o Palmeiras em São Paulo, na Libertadores de 1971 - um 3 a 0 no Pacaembu. Mas no Palestra Itália, nunca venceu.

Sobre o time, o técnico Vanderlei Luxemburgo disse que não vai "inventar". Ele confirmou a escalação do lateral direito Fabinho Capixaba na vaga de Wendel, que está suspenso. "Só espero que a ''Turma do Amendoim'' entenda que, se pegarem no pé do Fabinho, vai estar atrapalhando o Palmeiras", disse o treinador, preocupado com a rejeição de seu lateral entre os torcedores.

O esquema tático com três zagueiros (Maurício Ramos, Danilo e Marcão) e dois volantes (Pierre e Souza), que será utilizado pelo Palmeiras nesta quinta-feira, não é necessariamente uma formação defensiva, segundo Luxemburgo.

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