Marcod Brindicci/Reuters
Marcod Brindicci/Reuters

Palmeirenses lamentam, mas ainda acreditam em virada: 'Não tem nada perdido'

Jogadores reconhecem que derrota para o Boca Juniors por 2 a 0 é difícil, "mas não impossível" de reverter

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2018 | 00h30

Os jogadores do Palmeiras reconhecem que será difícil reverter o placar de 2 a 0 obtido pelo Boca Juniors, na noite desta quarta-feira, no jogo de ida da Libertadores. Agora, o Palmeiras terá de vencer por três gols de diferença no Allianz Parque para chegar à final. Se vencer por 2 a 0, leva a decisão por pênaltis. O jogo de volta será na próxima quarta-feira, dia 31 de outubro, no Allianz Parque. O estádio estará lotado - 33 mil ingressos foram vendidos. "É difícil reverter, mas acho que temos condições. Tomamos dois gols de desatenção, mas acredito que a gente possa reverter", disse o atacante Dudu.

O defensor Gustavo Gómez, novidade paraguaia da zaga que foi bem em praticamente todos os desarmes, resumiu o sentimento do elenco. “É difícil, mas não impossível. Estávamos fazendo uma grande partida, mas cometemos dois equívocos”, disse o defensor.

Em cinco edições da Libertadores em um que o mandante abriu 2 a 0 no primeiro jogo, a virada só aconteceu uma vez. O time de Felipão perdeu a invencibilidade fora de casa na competição depois de vencer cinco jogos como visitante. A campanha do Palmeiras na Libertadores até aqui seguia um padrão: o time venceu fora de casa para administrar como mandante. Foram cinco vitórias até ontem, superando Cerro Porteño e Colo-Colo nas fases mata-mata.

Agora, no jogo de volta da semifinal, terá de fazer algo incomum: correr atrás do placar em casa. "Nós estávamos controlando o jogo, mas levamos um gol de bola parada. No segundo gol, o mérito foi todo do atacante deles. Não tem nada perdido. Temos condições de reverter", disse o meia Moisés.

 

 

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