Ernesto Rodrigues/Estadão
Ernesto Rodrigues/Estadão

Palmeirenses deixam o gramado chorando após derrota em Presidente Prudente

Sentimento do elenco, depois do 3 a 2 para o Flu, é de que não dá mais para evitar o rebaixamento

DANIEL BATISTA E PAULO GALDIERI, Agência Estado

11 de novembro de 2012 | 21h21

PRESIDENTE PRUDENTE - Após a derrota por 3 a 2 para o Fluminense, neste domingo, em Presidente Prudente, a situação palmeirense ficou praticamente irremediável no Brasileirão. O técnico Gilson Kleina prometeu seguir lutando enquanto ainda houver esperança, mas o sentimento do elenco do Palmeiras no Estádio Eduardo José Farah era de que não dá mais para evitar o rebaixamento.

João Denoni, Maikon Leite e Maurício Ramos foram alguns dos jogadores que deixaram o campo chorando neste domingo. Poucos quiseram dar entrevista. Coube a Gilson Kleina tentar explicar os motivos de mais uma derrota. "Temos de nos agarrar nesse fio de esperança. A semana será intensa e vou passar muita energia para os atletas", avisou o treinador.

Gilson Kleina ressaltou que o Palmeiras não teve uma atuação ruim diante do Fluminense, mas, mesmo assim, acabou perdendo novamente. "Agora é continuar lutando e trabalhando. Não estamos jogando mal e não merecíamos estar na zona de rebaixamento", disse o treinador, lembrando que o time segue com 33 pontos, a sete do primeiro fora do grupo dos quatro piores.

"Está muito difícil agora. Tivemos nossa última chance (no jogo) e não conseguimos", disse o volante Marcos Assunção. Já Maikon Leite afirmou que a quase certa queda para a Série B não pode ser resumida apenas na derrota deste domingo. "O problema não é de agora. O que estamos passando é um conjunto de tudo. Não dá para justificar o que aconteceu", avaliou.

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