Wilton Júnior/Estadão
Wilton Júnior/Estadão

Palmeirenses exaltam a 1ª meta alcançada com o time no G-4 após surra

Jogadores e Marcelo Oliveira deixam o Rio satisfeitos com o 3º lugar

Fábio Grellet, O Estado de S. Paulo

27 de julho de 2015 | 07h00

Sentimento de dever cumprido. Assim os jogadores do Palmeiras e seu técnico, Marcelo Oliveira, deixaram o Rio após a goleada por 4 a 1 sobre o Vasco. Com a vitória em São Januário a equipe cumpriu a primeira meta estabelecida ainda no primeiro turno do Brasileirão: entrar no G-4. Com 28 pontos, o time está na terceira colocação.

"A primeira meta está cumprida, estamos no G-4. Agora é brigar por coisas maiores, temos um jogo em casa e podemos melhorar ainda mais", afirmou o atacante Rafael Marques, lembrando do confronto com o Atlético-PR, no fim de semana.

As palavras do atacante representam todo o sentimento no clube. Com sete vitórias nos últimos oito jogos, o Palmeiras está embalado e já sonha com coisas grandes. "Agora entramos no G-4 e queremos ficar lá, ganhar confiança. Temos um jogo em casa agora que vai ser importantíssimo vencer para seguir nesse caminho", enfatizou o técnico Marcelo Oliveira. "Estava cobrando muito durante a semana e trabalhamos bem a posse de bola e uma marcação encurtando o homem da bola, além da velocidade para chegar na frente. Fiquei satisfeito hoje e vamos progredir nesse aspecto."

Marcelo mede as palavras apenas para não transmitir uma confiança exagerada. Já o volante Gabriel não conseguiu se segurar após a bela vitória. "Este time foi montado para brigar pelo título. As peças foram escolhidas a dedo e estamos no caminho certo", observou.

Discurso semelhante ao de Dudu. "Nós soubemos aproveitar as oportunidades, mas sempre respeitamos o Vasco", afirmou. "Mesmo no intervalo (quando o placar estava 3 a 0 para o Palmeiras), ressaltamos que era preciso manter a seriedade, que nada estava garantido", contou. "O Palmeiras está no caminho certo", concluiu.

ADVOGADO DE DEFESA

Enquanto alguns comemoravam a vitória, o goleiro Fernando Prass, de volta a São Januário após defender o Vasco, resolveu sair em defesa do companheiro de profissão Martín Silva, que teria falhado nos primeiros gols e acabou substituído no intervalo.

"Não vou avaliar (os erros de Martín), porque não vi direito. Mas sei bem como é voltar de contusão, porque cheguei a ficar cinco meses parado. Aqui (em São Januário) a iluminação é ruim, principalmente naquele lado do campo onde Martín estava. Além disso tem a pressão, por conta da situação do time (o Vasco está na zona de rebaixamento). Tudo isso complica", avaliou.

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