Para associação inglesa, demissões de técnicos de futebol minam a profissão

Demissões provocam revolta na League Managers Association (Associação de Técnicos)

DANIEL BATISTA e RAPHAEL RAMOS, O Estado de S. Paulo

24 de março de 2013 | 08h59

SÃO PAULO - Se no Brasil as pessoas tratam com naturalidade a demissão de um treinador, na Inglaterra não é assim. A decisão do Blackburn Rovers, da 2ª Divisão, de mandar embora Michael Appleton na terça-feira apenas 67 dias depois de o treinador ter assumido a equipe provocou revolta da League Managers Association (Associação de Técnicos). De acordo com levantamento da entidade, 103 profissionais perderam seus empregos na temporada 2012/13.

“É embaraçoso para o futebol tantas demissões injustas. A volatilidade está minando a profissão”, disse o diretor executivo da LMA, Richard Bevan. “Não tenho certeza se a arrogância dos gestores do futebol pode ser vista em outro tipo de atividade."

Entre os principais clubes do mundo, dois ingleses são os que mantém seus treinadores por mais tempo: Alex Ferguson está no Manchester United desde 1986, e Arsène Wenger no Arsenal desde 1996.

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