Para colombiano Molina, o São Paulo é favorito no Brasileirão

Destaque do Santos, jogador enfrenta o tricolor pela primeira vez, neste domingo, às 16h na Vila Belmiro

Sanches Filho - especial para o Estado de S. Paulo,

31 de maio de 2008 | 12h30

O Santos passou a ser outro depois da chegada de colombiano Molina. De candidato ao rebaixamento nas primeiras rodadas do Campeonato Paulista, o time se tornou mais equilibrado desde a estréia do meia no empate por 0 a 0 com o Cúcuta, na Colômbia. E depois, em uma de suas maiores atuações com a camisa santista o time ganhou do Guarani na Vila Belmiro e iniciou a reação e sete jogos sem derrota. Também na Libertadores suas atuações foram decisivas para que a equipe avançasse até as quartas-de-final.  Veja também: Lateral Cafu pode ser a novidade no Santos para o Brasileirão Santos anuncia contratação do meia Robson, ex-Mogi Mirim Volante Hernanes ainda é dúvida para o clássico contra o Santos Neste domingo, Molina joga pela primeira vez contra o São Paulo, com maior liberdade. E ele não esconde a sua admiração pelo adversário. "Considero o São Paulo o grande favorito para ganhar o título do Campeonato Brasileiro. O momento dele não é bom, mas é um time com excelentes jogadores e muita experiência", analisou o meia santista. "Só clássico é um jogo diferente. Não importa a situação das equipes. Tudo fica igual. De minha parte, prometo me aplicar em dobro. Clássico é mais coração do que outra coisa. E isso não vai nos faltar porque o Santos vem de uma derrota em Belo Horizonte e precisa vencer para dar uma satisfação ao seu torcedor." Molina gostou da decisão do técnico-interino de escalar o time com três zagueiros para o clássico de hoje à tarde. "Com essa formação, os laterais trabalham mais do meio para frente, assim teremos mais jogadores no meio e isso faz com que eu possa jogar mais perto da área adversária, onde acredito que sou mais útil para o time." Embora tivesse o nome envolvido numa suposta briga com Leão nos vestiários do Mineirão, após a derrota por goleada diante do Cruzeiro, Molina foi um dos poucos jogadores que não demonstraram alegria pela saída do técnico.  "Não houve nada disso. Ele sempre me tratou bem e só tenho a agradecê-lo pela confiança que teve em mim. Antes do jogo contra o América, do México, na Vila, tivemos uma conversa e expliquei a ele que meu rendimento caiu porque não estava fisicamente 100%. Não estou acostumado a jogar duas vezes por semana (quinta e domingo) como vinha acontecendo no Santos. Agora, com jogos apenas nos fim de semana, acredito que vou voltar ao normal", concluiu. 

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