Para França, Dida foi o ponto fraco

O meia Djorkaeff enalteceu a vitória da França ao mesmo tempo que atribuiu a Dida parte da responsabilidade pelos dois gols marcados por seu time. Ele disse que todo o time sabia da vulnerabilidade de Dida nos cruzamentos e que, por isso, a equipe combinou levantar bolas na área em qualquer situação de gol. "Ele não gosta de sair de baixo da baliza." Já o técnico Roger Lemerre ficou bastante satisfeito com o rendimento da equipe e apontou o Brasil como um adversário difícil."Enfrentamos a melhor escola do mundo." Segundo Lemerre, todos os jogadores das duas seleções "honraram seus países" na disputa. "A França veio aqui para dar continuidade à preparação para o Mundial", comentou. "Mas também para progredir e vencer." Em sua análise, a equipe, após o primeiro gol, passou a atuar muito pelo lado esquerdo, o que foi corrigido para a etapa final. "Pedi que o Sagnol aparecesse mais e ele foi muito bem." Ao contrário de Leão, o técnico francês entendeu o óbvio: que a França poderia ter feito mais gols. O meia Pires, destaque na partida, disse que estranhamente o time recuou após fazer 1 a 0.Nesta quinta-feira, após o jogo, os atletas da França tiveram momentos de lazer, numa boate do Sheraton Walker Hills. Eles aproveitaram as horas de folga em companhia de jovens ocidentais, muita cerveja e música pop.

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