Epitácio Pessoa/Estadão
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Para Gilson Kleina, goleada não justifica 'abandonar o barco' no Palmeiras

Técnico afirma que os 6 a 2 para o Mirassol não são motivo suficiente para ele deixar o clube

DANIEL AKSTEIN BATISTA, Agência Estado

29 de março de 2013 | 13h32

SÃO PAULO - O técnico Gilson Kleina afirmou nesta sexta-feira que a goleada sofrida diante do Mirassol, por 6 a 2, na quarta-feira, não seria motivo suficiente para ele deixar o Palmeiras. Um dia antes, ele já havia recebido do presidente Paulo Nobre e do diretor executivo José Carlos Brunoro a garantia de que não seria demitido.

"Não é motivo para abandonar o barco. Pelo contrário. Temos que se superar isso. Problemas todos os clubes têm. Minha família me dá todo o apoio. Se eu vir que não tenho condições de passar energia ao grupo, sou homem o suficiente para dizer que não quero continuar. Mas isso não passa pela minha cabeça agora", garantiu Kleina, negando qualquer chance de pedir demissão.

O treinador também revelou que a garantia de que não seria demitido já havia lhe sido passada logo após a derrota em Mirassol. "Logo depois que acabou o jogo, o (gerente de futebol) Omar (Feitosa) já me chamou para conversar. Ele me disse que eu posso ficar tranquilo, todos estão convictos no trabalho realizado", contou.

De acordo com Kleina, ele e a equipe sentiram o baque de uma goleada que já entrou para a história do Palmeiras. "Você vem construindo algo e, daqui a pouco, tem um resultado vexatório, isso tem um peso muito forte. Dormi pouco. Conversamos o tempo todo no ônibus, a gente veio (de Mirassol a São Paulo) acordado. Os jogadores dormiram um pouco, sentidos", disse o treinador.

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